Mirelle Pinheiro

Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio
Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio · Imagem: Divulgação/MPMS

Esquema inclui o uso de drones para levar entorpecentes, celulares e outros itens ao interior da Penitenciária Estadual de Dourados, no MS

Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio
Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio · Imagem: Source: www.metropoles.com

Giovanna Sfalsin

Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio
Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio · Imagem: Source: www.metropoles.com

21/10/2026 11:56

Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio
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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) deflagrou, nesta quarta-feira (21/10), a Operação Colete de Troia para investigar a participação de policiais penais em um esquema criminoso de entrada de drogas, celulares e outros materiais ilícitos na Penitenciária Estadual de Dourados (PED).

Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio
Policiais penais são alvo do MP por facilitar entrada de drogas em presídio · Imagem: Source: www.metropoles.com

Segundo as investigações, que começaram em 2024, os policiais usariam os próprios cargos para facilitar a entrada de produtos ilícitos na unidade prisional, em conluio com presos e outras pessoas. O esquema incluiria o uso de drones para levar os materiais ao interior do presídio.

Além disso, de acordo com o órgão, os itens seriam distribuídos, comercializados ou consumidos dentro da penitenciária.

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Dez mandados de busca e apreensão foram cumpridos em três cidades

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Policiais são suspeitos de usar os próprios cargos para facilitar a entrada de produtos ilícitos na unidade

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Policiais são suspeitos de usar os próprios cargos para facilitar a entrada de produtos ilícitos na unidade

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A ação, realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Dourados, Ivinhema e Rio Brilhante, em Mato Grosso do Sul, e em Paranavaí, no Paraná.

O nome da operação faz referência à narrativa do Cavalo de Troia, da mitologia grega. Segundo o MP, a denominação indica a suspeita de que a função pública e a confiança associada ao cargo de policial penal estariam sendo usadas para facilitar a infiltração do crime organizado no sistema prisional.

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A operação conta com o apoio da Polícia Militar, por meio do Batalhão de Choque, do Comando de Operações Penitenciárias (Cope), da Gerência de Inteligência Penitenciária e da Corregedoria da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), além do Gaeco do Paraná.