São Paulo — Marco Antônio Villa, foragido da Justiça de São Paulo há oito dias por não pagar pensão alimentícia acumulada em 570 mil, é historiador, escritor, apresentador de televisão e comentarista político. Ele, que tem 71 anos, foi candidato a deputado federal pelo MDB nas eleições de 2026 e criticou ferrenhamente o PT e o governo Bolsonaro. Veja quem .7 imagensFechar modal.1 de 7Comentarista político Marco Antonio Villa com a esposa Leticia de Castro Villa.Reprodução/Redes Sociais.2 de 7Comentarista político Marco Antonio Villa.Reprodução/Redes Sociais3 de 7Comentarista político Marco Antonio Villa.Reprodução/Redes Sociais4 de 7Marco Antônio VillaReprodução/Redes socais5 de 7Marco Antônio Villa e dois cachorros.Reprodução/Redes socais6 de 7Marco Antônio VillaReprodução/Redes socais7 de 7Marco Antônio VillaReprodução/Redes socaisSegundo o site “Quero Apoiar”, criado para impulsionar arrecadação a candidatura de Villa para deputado federal de São Paulo pelo MDB, ele é autor de mais de 40 livros que retratam a história política do Brasil. Entre eles, “Mensalão – O Julgamento do Maior Caso de Corrupção da História Política Brasileira” (2012), “Década perdida. Dez anos de PT no governo” (2013), “Ditadura à brasileira (1964-1985). A democracia golpeada à direita e à esquerda” (2014), e ” Collor presidente. Trinta meses de turbulências, reformas, intrigas e corrupção” (2016). No Instagram, Marco Antônio Villa tem 198 mil seguidores. Leia também São PauloMarco Antonio Villa é procurado pela Justiça por dever R$ 570 mil em pensão São PauloForagido por não pagar pensão, Villa foi candidato e não declarou bens São PauloTarcísio defende revisão de procedimentos para evitar excessos da PM São PauloQuem era a mulher em suposto surto psicótico baleada e morta por PM em SP Como comentarista, Marco Antônio Villa atuou no Jornal da Manhã, na Rádio Jovem Pan, Jornal Primeira Hora e Rádio Bandeirantes. Foi colunista no O Globo, O Estado de São Paulo e Folha de S.Paulo. Atualmente escrevia para a UOL, Isto É, Estado de Minas e Correio Braziliense.Marco Antônio Villa é conhecido por viver no breve espaço em que critica fortemente o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e o governo de Jair Bolsonaro. Em maio de 2019, o historiador foi afastado da rádio Jovem Pan após afirmar que “atos neonazistas [aconteceriam] no dia 26”, em referência a manifestação bolsonarista em prol da Reforma da Previdência e do pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro.Depois disso, a Jovem Pan disse que Villa estava de “férias”. Na sequência, o historiador declarou que a situação tinha “claramente tem um lado político” e que “que não queria mais voltar para a Pan”, fato esse que não se concretizou: ainda em 2019, a Pan anunciou o retorno dele ao quadro de comentaristas da emissora.Como os títulos dos principais livros de Marco Antônio Villa adianta, o comentarista foi um crítico ferrenho dos governos petistas, defendeu Operação Lava Jato e o impeachment de Dilma Roussef. Além disso, já teve embate jurídico com Fernando Haddad, então prefeito de São Paulo, em que o petista venceu — Haddad teria publicado uma agenda oficial vazia para induzir críticas de Villa, mas o petista foi absolvido.Para Veja, em 2015, Villa disse que quem afirmava que o PT era comunista, na verdade, era igualmente fascista como a própria sigla, ou seja, alegou que o partido de Lula é fascista.Em 2026, foi candidato a deputado federal pelo MDB nas eleições de 2026 e afirmou não ter bens a declarar na Justiça Eleitoral. Mas esse não foi o primeiro pleito de Marco Antônio Villa, em 2022, também concorreu ao mesmo cargo, mas pelo Cidadania. Na época, o historiador declarou R$ 1.311.757,40 em bens à Justiça Eleitoral, com uma casa em Peruíbe, no litoral paulista, de R$ 150 mil, outra residência, de R$ 500 mil, e um apartamento no Jardim Paulista, na capital do estado.















